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Arquivo para agosto, 2011

Mil coisas, sei lá…

Como pode em um dia desabar tudo de bom que vêm acontecendo durante um tempo?

Quero chorar, sim eu quero, e não me importo com o que as pessoas vão achar. Não faço as coisas esperando algo em troca, mas acho que o “obrigado” não se espera, tinha que ser automático. Meu instinto protetor sobrepõe todos os outros sentimentos, ao ponto de me machucar e continuar; Preocupo-me demais com as pessoas, transmitindo toda minha energia positiva para elas até me sentir fraco e cansado.

Há alguns minutos eu estava triste e quando vi uma foto e soube de um acontecimento(um amigo, de caráter incontestável, que faleceu) percebi o tempo que estava perdendo, a energia que eu estava gastando, com pessoas que não merecem e que se preocupam mais com números, aparências, status… Do que com o que realmente importa.

Cada vez mais acredito que vim ao mundo para fazer o bem para as pessoas e é por isso que quando acontece algo que me deixa triste, logo depois acontecem outras milhões que me deixam feliz. Não façam as coisas esperando algo em troca, se eu que espero um obrigado me decepciono imagina quem espera algo mais. E se você espera algo mais, é porque não está fazendo de coração.

Tanta coisa para falar, mas não é preciso, basta olhar;

A vida é como um grande castelo de areia, composto por minúsculas partes, mas que se uma sair do lugar tudo pode vir abaixo.

(Esse mundinho promíscuo que a maioria vive…)

Já disse o quanto eu gosto do mar?

Da lua?

Os dois juntos, ao mesmo tempo?

Com o passar do tempo vamos construindo nosso próprio castelo de areia, o meu, com janelas grandes para que a lua tome conta de todo o espaço, quando temos ajuda é muito mais fácil e rápido…

Tão forte e tão frágil…

A culpa? Ingratidão!

Alex Felippe

Domingo, 3 de julho de 2011 às 1h52min. (Concluído em 31/08/11 às 2h33min.)

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